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	<title>Comments on: Posição do Dep. de Matemática e Engenharias da UMa</title>
	<link>http://bolonha.uma.pt/?p=94</link>
	<description>Proposta de Adaptação da UMa ao Espaço Europeu de Ensino Superior</description>
	<pubDate>Thu, 11 Oct 2018 01:03:29 +0000</pubDate>
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	<item>
		<title>by: juergenmillner</title>
		<link>http://bolonha.uma.pt/?p=94#comment-21</link>
		<pubDate>Sat, 10 Dec 2005 11:25:25 +0000</pubDate>
		<guid>http://bolonha.uma.pt/?p=94#comment-21</guid>
					<description>Obrigado pelos esclarecimentos. 

E uma observação:

Se não for contra as normas do Conselho da Universidade ou de outros orgãos onde o Senhor Professor Carmo se pronunciou acerca do Projecto Bolonha, gostaria porventura não só eu saber, após leitura dos seus esclarecimentos, quais são as razões que o levaram a votar &quot;contra&quot; o Projecto: 

As mesmas razões que alega o Professor Lang, ou parecidas às razões do Professor Lang, razões essas que se resumem, no meu entender, até mais ver, à preocupação respeitável que a aplicação do Projecto Bolonha possa afectar a &quot;qualidade&quot; do ensino, da aprendizagem e da pesquisa? 

Ou uma atitude de &quot;equilíbrio&quot; que acha por bem e sensato, marcar uma diferença, num ambiente de entusiasmo, já ou sobretudo para as pessoas &quot;não se perderem em ilusões&quot;? 

Ou outras?

Sem me querer meter em assuntos dos quais não percebo muito ou quase nada: 

O que me fascina, a mim, entre muitos outros aspectos, no Projecto Bolonha, é também o seguinte: 

Finalmente, o famoso diálogo entre a &quot;matemática&quot; e a &quot;mística&quot; que marca a obra literária de algumas das figuras mais conhecidas das literaturas ficcionais, romancistas, poetas etc.  do passado e da contemporâneidade, que têm formação e nome nas duas áreas , teria o seu lugar institucionalmente e curricularmente garantido e obrigatório, tanto pelo bem e enriquecimento intelectual emocional e humano dos alunos como dos docentes, sempre ao meu ver, claro.

É evidente que o que essa ideia minha implica, pode haver e ser feito também sem &quot;Bolonha&quot;. Mas então resta ou surge-me mais uma pergunta dupla: 

Ou acha que já está tudo bem como está agora? 

Ou tem outra ideia no sentido de uma mudança para algo de melhor, em alguns aspectos (e em quais)?

Pedindo desculpa pelo incómodo e agradecendo o seu estímulo para reflectir sem o qual eu não teria sido levado a pensar nem na metade do que formulei aqui, com os meus melhores cumprimentos,

Kurt Millner
(DEAG)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Obrigado pelos esclarecimentos. </p>
<p>E uma observação:</p>
<p>Se não for contra as normas do Conselho da Universidade ou de outros orgãos onde o Senhor Professor Carmo se pronunciou acerca do Projecto Bolonha, gostaria porventura não só eu saber, após leitura dos seus esclarecimentos, quais são as razões que o levaram a votar &#8220;contra&#8221; o Projecto: </p>
<p>As mesmas razões que alega o Professor Lang, ou parecidas às razões do Professor Lang, razões essas que se resumem, no meu entender, até mais ver, à preocupação respeitável que a aplicação do Projecto Bolonha possa afectar a &#8220;qualidade&#8221; do ensino, da aprendizagem e da pesquisa? </p>
<p>Ou uma atitude de &#8220;equilíbrio&#8221; que acha por bem e sensato, marcar uma diferença, num ambiente de entusiasmo, já ou sobretudo para as pessoas &#8220;não se perderem em ilusões&#8221;? </p>
<p>Ou outras?</p>
<p>Sem me querer meter em assuntos dos quais não percebo muito ou quase nada: </p>
<p>O que me fascina, a mim, entre muitos outros aspectos, no Projecto Bolonha, é também o seguinte: </p>
<p>Finalmente, o famoso diálogo entre a &#8220;matemática&#8221; e a &#8220;mística&#8221; que marca a obra literária de algumas das figuras mais conhecidas das literaturas ficcionais, romancistas, poetas etc.  do passado e da contemporâneidade, que têm formação e nome nas duas áreas , teria o seu lugar institucionalmente e curricularmente garantido e obrigatório, tanto pelo bem e enriquecimento intelectual emocional e humano dos alunos como dos docentes, sempre ao meu ver, claro.</p>
<p>É evidente que o que essa ideia minha implica, pode haver e ser feito também sem &#8220;Bolonha&#8221;. Mas então resta ou surge-me mais uma pergunta dupla: </p>
<p>Ou acha que já está tudo bem como está agora? </p>
<p>Ou tem outra ideia no sentido de uma mudança para algo de melhor, em alguns aspectos (e em quais)?</p>
<p>Pedindo desculpa pelo incómodo e agradecendo o seu estímulo para reflectir sem o qual eu não teria sido levado a pensar nem na metade do que formulei aqui, com os meus melhores cumprimentos,</p>
<p>Kurt Millner<br />
(DEAG)
</p>
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